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O mercado brasileiro das startups

O mercado tem percebido um crescente número de startups, que são empresas oriundas de iniciativas de pequenos empreendedores, geralmente, jovens, que possuem como características, a inovação, a escalabilidade, potencial, perspectivas, flexibilidade e simplicidade.

São empreendimentos focados na solução de questões voltadas a tecnologia e inovação, com um modelo de negócio de baixo custo e processos mais ágeis. Podem oferecer serviços e produtos diretamente ao consumidor, quanto a outras startups.

Geralmente, desenvolvem em ambientes que oferecem condições de desenvolvimento de uma cultura de inovação e empreendedorismo.

Apresentado o conceito, é importante destacar que no Brasil estima-se que haja cerca de 62 mil empreendedores e 6 mil startups. Segundo a Associação Brasileira de Startups – ABStartups, em 5 anos o número dobrou, passando de 2.519 para 5.147.

A ABStartups traçou o perfil dos empreendedores e verificou que 72% são lideradas por jovens entre 25 e 40 anos de idade, 87,13% são comandadas por homens e 12,3% por mulheres.

E destacam-se no setor educação (edutechs), agronegócios (agtechs), finanças (fintechs), internet, propaganda, comunicação, comércio eletrônico, saúde, bem estar, logística e mobilidade urbana, entretenimento, eventos e turismo.

E possuem um modelo parecido, qual seja, o B2B (business-to-business) é adotado por 21% das filiais, enquanto, o B2C (business-to-consumer) abarca cerca de 15% e, com 11% encontra-se as assinaturas.

Ademais, concentram-se nos estados de São Paulo – que lidera com o número de 31%, seguido de Minas Gerais com 9%, em terceiro está o Rio de Janeiro, com 8%.

Cumpre ressaltar que, os primeiros “unicórnios” – denominação dado as startups que valem mais de US$ 1 bilhão – foi iniciado primeiramente pela 99 e pela nubank em 2018.

 

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